Uma ficção … não muito longe de si
Suponhamos que o Mocho era rico.
Se fosse rico teria provavelmente uma empresa ou faria parte dos seus órgãos directivos. É isso que os ricos fazem.
Como estamos em crise muito provavelmente essa dita empresa da qual o mocho era membro dos corpos sociais entraria em falência.
Como qualquer empresa lá se pagava alguma coisa aos empregados… não muito que a vida esta má para todos
Depois era esperar e como o dito dirigente era bem relacionado, talvez… quiçá, quem sabe conseguisse que aquando da venda do edifício e terrenos adjacentes surgisse uma proposta baixinha de uma sociedade determinada. A tal sociedade com a qual estaria eventualmente e hipoteticamente relacionado.
A depositária teria mesmo que aceitar a venda da dita e lá regressava um património muito significativo, por um terço do seu valor ao mocho ou àquele que as suas vezes fizer.
Ah os trabalhadores… Estavam à espera da venda para … Pois!
Ficção… talvez! Voltaremos a falar disto no sítio e local adequado.
Cá se fazem….



huummmmm, cheira-me a esturro do grande e do graúdo.
A ficção voluntária só pode ser da fanta, ops…queria dizer laranja, pois eram férteis nessa temática…ficção & projectos, mais propriamente…ah e na venda de publicidade enganosa.
mas olhem que isto é ficção. É alegadamente, supostamente, se .. essas coisas … é assim uma imitação dos jornais nacionais e da TVI.